segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Tudo na mesma

Acabei de chegarre das festa da brranca que se fez ontem à noite em loulé. Fui queimarre os ultimos carrtuchos do verrão.

Falei com duas vizinhas, uma olhadela nos pasquins da terrra e parrece-me que nã se passa nada nesta cidade. Uma pessoa vai parra forra e nã se passa nada.

Mesmo assim, o pasquim folhetim setubalense lá vem contarre da histórria de um desgrraçadinho dum migrrante que pagou a divida às finanças. Se o cabrrão me fosse comprrare pêxe e fizesse o mesmo levava com uma arrochadedela de um besugo que ia a avoarre lá parra a terra donde migrou. Aquele conheceu-o eu de gingeirra ganhas pouco ganhas ó migrrante e ainda vens gozarre com os pobrres.

O nosso vitórria é que já alimpou a estrelinha ao amadorra. Quatrro pontos já cá cantam. O rresto é converrsa. O Vitória nã é grrande, nã é enorrme, é o melhorre!

A georrgete foi homenageada. Pena é nã lhes terrem feito um saquete como aquelas ca gente tinha lá da fábrrica. Quem me derra tarre a tratarre do peixe e dizerre, Ó menino Frrederrico ponha a saqueta da Georrgete.

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